Opinião

A cidade que ainda não escuta suas praças

Espaços públicos são termômetros sociais — e Manaus precisa tratá-los como prioridade.

Praças contam histórias que os relatórios oficiais raramente capturam: encontros, conflitos, abandono e reinvenção.

Investir em mobiliário e programação cultural não é luxo; é política urbana de pertencimento.

Se a cidade quiser respirar melhor, precisa começar pelos vazios que já são de todos.

Colunista

Escreve sobre cultura urbana, identidade e cidades ribeirinhas.

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